O amor existe

Eu não sei jogar teu jogo de não se importar.

Eu gosto de intensidade, gosto de amar.
Eu não sei mentir, nem tampouco omitir, o que sinto por ti.
Eu não posso mentir quando é tua voz que me acalenta, quando são tuas risadas às 4:30 da madrugada que me fazem ter bons sonhos.
Eu não posso omitir que ver “189 mensagens de 13 conversas” era uma decepção, já que eu sabia que nenhuma dessas era tua.

É incrível o que tu sabes fazer comigo, como o passado vira apenas passado quando estamos grudados, como eu sinto vontade de ter planos ao lado de outro alguém novamente.
É incrível como, mesmo brigando, é melhor do que ficando sem conversar.
É estranho como um único dia pode parecer semanas se a gente não conversar.
É incrivelmente estranho como, mesmo tentando muito, tu não consegues me fazer te odiar. A cada estupidez eu fico mais encantada com o mundo inteiro que deve existir dentro da tua mente, e a curiosidade me cutuca perguntando como deve ser.

A cada vez que tu tentaste me afastar, só me causou vontade de mais perto estar. Por cada vez que foi frio, eu entendi o que precisava. E não é nada mais do que amor:

Puro
Simples
Compreensivo.

De alguém que não vai ter medo de te falar as verdades, mesmo sabendo que elas podem ferir. Não adiantou de nada construir essa muralha em volta de si, quando eu acho os atalhos e chego na ferida. Não adiantou de nada dizer que “não sente” ou que “é frio”, quando a única coisa que tu tens, é exatamente o contrário: sente demais, sente demais por coisas que nunca serão mudadas, por um passado que nunca vai voltar. Por tudo que já fizeste por mim, estou aqui para te ouvir, fica à vontade.

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